As 36 Regras de Social Media

Tempo de leitura: 2 minutos

Mas 36 regras? É que tenho muito para falar para o mercado. Eu sou um inconformado com o que se faz por aí em Social Media ou Mídias Sociais. Eu não aguento mais ver as pessoas marcando as outras em fotos, ou criando eventos como “curta a página do fulano de tal”. É quase um desabafo.

  1. Se tudo que você faz é responder reclamações, é isso que você vai fazer pelo resto da sua vida nas redes sociais.
  2. Se pergunte: Uma pessoa de verdade conversaria desse jeito?
  3. Todos dizem que não querem ser alvo de promoções. O que eles não querem é ser interrompidos.
  4. O usuário tem um perfil em determinada rede social por ele mesmo, não por você.
  5. Quanto mais forçar a barra com monetização, pior é a experiência do usuário.
  6. Não fique tentando ser inteligente. Seja de fato inteligente.
  7. Social é 24/7 e não apenas 1 post.
  8. Sempre responda!
  9. Tenha um ROI.
  10. As pessoas preferem falar com “Sérgio do Posto Petrobrás” do que com o “Posto Petrobrás”.
  11. Resolva problemas das pessoas que estão ao seu redor.
  12. Nem tudo vai dar certo.
  13. Você tem que cercar o conteúdo negativo sobre sua marca.
  14. Todos são influenciadores.
  15. Seu conteúdo será espalhado sem sua permissão.
  16. Leve as pessoas para o seu site, não para o Facebook.
  17. Você tem 2 opções: Manter sua página atualizada ou deletá-la.
  18. Tenha 1 plano específico para o que você quer que as pessoas façam ao ler seu conteúdo.
  19. Otimize o conteúdo já publicado.
  20. Seja o melhor amigo dos seus fãs.
  21. Social Media é um canal como qualquer outro. Faça funcionar em conjunto com sua estratégia Offline de comunicação.
  22. Social Media é para Mobile. Não se esqueça disso.
  23. Se você não conseguir ver retorno financeiro, você perdeu dinheiro.
  24. As pessoas valorizam sua privacidade.
  25. Multiplique o poder do boca-a-boca com Anúncios Online (Pay per Click).
  26. Tenha um plano de Gerenciamento de Crise.
  27. Não use anúncios para divulgar conteúdo chato, utilize no conteúdo que você já viu que é bom.
  28. Você tem que criar conteúdo para grupos de pessoas e não para indivíduos.
  29. As pessoas não querem comprar onde elas estão apenas para se relacionar.
  30. Promoções e cupons são excelentes! Se você quer relacionamentos de curto prazo.
  31. As pessoas querem saber qual foi o seu café da manhã – se você for um perfil de COMIDA.
  32. Pinterest funciona!
  33. Seus fãs são os donos da sua marca.
  34. Se você se sente entediado com Social Media é porque você está querendo entregar mais valor do que você consegue criar.
  35. Pense em seus seguidores.
  36. Social Media é um organismo vivo e não um processo.

E aí? O que acham? Coloque nos comentários abaixo a sua regra de ouro para social media.

Original em Fast Company.

31 Comentários



  1. Parabéns, Diego.

    Acho que vou imprimir um banner com estas regras para pendurar na parede do setor onde trabalho.

    Responder

    1. Muito obrigado!
      Se as empresas conseguissem aplicar metade dessas regras, já estaríamos muito bem não é verdade?
      Um grande abraço!

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  2. Estou começando nesse ramo agora (atrasado, eu sei!), mas essas regras já economizaram um bom tempo de pesquisa!

    Parabéns, muito bom!

    Obrigado!

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    1. Muito obrigado Douglas.
      São regras que resumem o que é estar presente nas Mídias Sociais com qualidade. É assim que você se diferencia e de fato vai gerar resultados nesse canal.
      Se precisar de qualquer coisa, nesse seu inicio, pode contar comigo.

      Grande abraço.

      Responder

    1. É uma honra vê-lo por aqui Evaldo Bazzegio. Eu acho que que é sim muito válido o “conversation center”. Eu também não gosto da idéia do Call Center. Para mim ele cria uma barreira, ou uma camada inútil entre o cliente e a marca. A experiência de diversos clientes é arruinada pelo Call Center. Acho que este “conversation center” pode dar um excelente artigo, pois vai no core do que o Marketing moderno prega. Grande abraço.

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  3. Achei seu texto muito bom, muitas ideias legais e tive que concordar com todas elas. Em minha opinião, não deixar que o cliente se esqueça da empresa não significa bombardeá-lo com mala direta, e-mail marketing ou cartões todos os dias, isso pode gerar antipatia. Quando um cliente está satisfeito com o serviço da empresa, ele indicará a outro, e não cuidar das necessidades do cliente, consequentemente faz com que eles procurem novas empresas que cuidarão.

    Responder

    1. Muito bom! Falou bonito.
      Temos que ser lembrados por sermos únicos e inteligentes e não chatos! Cá entre nós: tem muita empresa chata por aí né?
      Grande abraço!

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  4. Bom, gostei, mas vou dizer o que penso, sem querer ser uma critica, e sim, querendo mesmo construir.

    Acho que a linguagem é de >>>Profissional de Marketing e especialista em Marketing Digital, Social Media Marketing, Otimização de Conversão (CRO), Search Engine Optimization (SEO), Search Engine Marketing (SEM), Google Adwords (Links Patrocinados) e Facebook Ads. Gerente de Projetos certificado e com experiência em projetos de alta complexidade. Palestrante, pesquisador e entusiasta nos temas relacionados à Inbound Marketing e Comunicação.>>>>>>>>para >>>>>>rofissional de Marketing e especialista em Marketing Digital, Social Media Marketing, Otimização de Conversão (CRO), Search Engine Optimization (SEO), Search Engine Marketing (SEM), Google Adwords (Links Patrocinados) e Facebook Ads. Gerente de Projetos certificado e com experiência em projetos de alta complexidade. Palestrante, pesquisador e entusiasta nos temas relacionados à Inbound Marketing e Comunicação.

    Para poder ajudar as pessoas/empresas que erram no utilizar as mídias ( que é claro que não são especialistas em Marketing Digital, pois se fossem não errariam) precisa ser comreendidos, ou seja falar simples para non-experts.
    Acho que cada um dos 36 pontos pode ser explicado de forma …básica para leigos.

    Eu pessoalmente não entendo por exemplo o uso das paginas do FB, que por mim não funcionam. Por exemplo, se convidamos alguem para um perfil (amizade) 90% das pessoas aceitam; se adicionamos pessoas a um grupo, *0% das pessoas acabam ficando e participando; mas se indicamos uma pagina para curtir (sobre o mesmo assunto!) nem 10% “Curtem”. Eu acho que isso é porque o conceito da pagina e do “curtir “está errado: eu não curto algo que não conheço, pois estou declarando para o mundo que gosto daquilo, e não é o que eu quero declarar. Mas se sou convidada para “conhecer”algo, aí sim, provavelmente vou conhecer, sabendo que se não me interessar, saio.
    As paginas de emoresas/produtos assim, para poder dizer que tem muitos fãs…compram pacotes de curtiu; usam estrategias para obter um click, que para mim nao vale nada, pois a maioria das pessoas nem sabe mais as paginas que curtiu um dia por acaso. E , de vez em quando fazem uma limpeza, e desfazem o curtir. O que me importa ter uma fã page com 5000, ou sei la quantos fãs…que NUNCA ligarão para meu produto, minha oferta, minha empresa?
    Prefiro ter 500 que estão lá , porque querem, gostam, leem meus posts, e interagem de quq forma.

    Até aqui, são minhas considerações e podem estar erradas, aceito conselhos e dicas.
    Mas a pergunta é: como divulgar nosso Produto/ site/empresa para fazer com que mais pessoas realmente conheçam, sem comprar falsos cliques, e sem ser chatos?

    Outra coisa, grandes empresas vivem em outro plano, e tem outros orçamentos; pequenas empresas, lojas, artesãos , etc, não tem como pagar serviços de marketing profissional; e sentar com um profissional de comunicação…pode ser algo muito assustador, garanto 😉

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    1. Deborah, primeiramente, muito obrigado pelo comentário. Criei meu blog para que ele se tornasse referência. Não referência de número de acessos, mas de riqueza de discussões, como esta que você está provocando agora.

      Os tópicos que listei são parte de um desabafo meu para o mercado. De fato, são meus pensamentos, e não pensei, nesse primeiro momento em conversar com o empresário, mas com especialistas de fato. Penso sim em expandir a discussão, principalmente em virtude do retorno que este post está dando. Prometo uma versão detalhada e simplificada de cada tópico deste para discutirmos juntos ok?

      Eu concordo com você sobre o Facebook. Acho que a pior métrica que existe hoje é a de número de fãs. Isso não existe mesmo. Concordo que o curtir também inverte o fluxo natural do Marketing mais tradicional. Entretanto acho que você tem que conhecer melhor o Facebook, pois um bom trabalho lá pode ser muito lucrativo. Temos que imaginar o Facebook como um canal, ou como um meio de levar uma mensagem. Muita gente faz errado. O Facebook não é um medidor de popularidade. O Facebook não é uma central de promoções. O Facebook é um canal, uma via, um meio, algo que leva a mensagem. A pergunta é: qual mensagem? A pergunta é: essa mensagem é para quem? Algo a se pensar seria: o que eu faço offline, vai funcionar online? Acho que as crises dos pequenos/médios empresários é essa. Eles geralmente querem aproveitar a “moda” do Marketing Digital sem entender que antes de tudo, isso é Marketing. As pequenas e médias empresas trazem crises de Marketing (produto, praça, preço, promoção – os de sempre) para o ONLINE, achando que existe milagre. Marketing é marketing, e o online é um meio para o Marketing.

      Na minha opinião, uma página de sucesso tem que ter bom planejamento, uma mensagem relevante, deve contar com uma ajuda de anúncios (tenho alcançado excelentes números com orçamento de R$ 150 ao mês, se quiser depois compartilho com você), e deve ser bem feito, com boas imagens, vídeos, bons textos (e corretos). A relevância, que determina o que será dito na Fan Page, é resultado do bom planejamento (público-alvo principalmente). Estou preparando uma serie de posts sobre Marketing no Facebook.

      Sobre o empresário que não tem acesso, sempre que achar um precisando de ajuda, indica o meu contato (http://diegoisaac.com.br/contato/). Só o bate papo não custa nada. Eu amo o que faço, e acho que é isso que falta por aí: gente comprometida com os problemas das pessoas e não em quanto isso rende financeiramente.

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      1. Quer dizer que posso sonhar um dia em te contratar?? rs Empresas começando aqui e todas dedicadas ao público gay. Trabalhar com esse nicho pode ser um ótimo desafio para você, hein?
        Enfim, vou continuar a ler, montar os novos passos das empresas… Quem sabe a gente possa se somar em breve!!

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  5. Oi Diego,
    parabéns, gostei bastante das dicas, só gostaria de repensar o item 29 – “As pessoas não querem comprar onde elas estão para se relacionar.”
    As Redes Sociais como o nome já diz, são redes de relacionamento. Ao se cadastrar em alguma das redes, o objetivo sempre será se relacionar. É aí que começam amizades, reencontros, desabafos, mostras e mais mostras de fotos e sim, compras. É como em um relacionamento pessoal, de repente alguém tem algum produto que te encanta, que te interessa e vc quer comprar. Não consigo ver esses fatores separados. É de um bom relacionamento que se faz as melhores compras.
    Acho que vale pensar.
    obrigada,
    Abs.

    Responder

    1. Olá Michelle! Primeiramente quero agradecer imensamente o comentário e principalmente a preocupação de conversar sobre o que foi postado.
      A discussão é o melhor caminho para gerar conhecimento, sem dúvidas.
      Eu imagino este ponto como a eterna batalha entre o Marketing de Interrupção e o Marketing de Permissão. Se não é familiar para você, aconselho a minha página sobre Inbound Marketing (http://diegoisaac.com.br/inbound-marketing/). Na minha visão, o ponto 29 quis dizer que as pessoas não gostam de ser interrompidas. É muito mais confortável, você sentar em frente ao computador e fazer exatamente aquilo que você quer fazer e nunca ser surpreendido com uma propaganda em mídias sociais. O que esse ponto quer dizer é que se alguém segue o twitter do Ponto Frio, é bem provável que ele esteja esperando promoções e oportunidades para comprar, mas quando se por acaso, o Ponto Frio decidir criar um perfil para “conversar” com seu público (por exemplo, se eles decidem criar o perfil @listadecasamento, com dicas para os que estão no processo de se casar, dando dicas do que incluir nessa lista, e também dicas do dia-a-dia para uma dona de casa), ao seguir este perfil (que é imaginário, e pensamos nele agora) a pessoa não espera ofertas, a pessoa espera informação. Entende a diferença?
      Obrigado novamente.

      Grande abraço e saiba que é sempre bem vinda.

      Responder

    1. Tina, eu fico muito feliz!
      Obrigado pela sua visita! Compartilhe o tanto que achar necessário!

      Grande abraço e VOLTE SEMPRE! 😉

      Responder

  6. Interessantíssima a discussão como um todo
    Não só o artigo, extremamente bem colocado, mas também os comentários e discussões em torno. Essa é a verdadeira riqueza do grupo.
    Mas para acrescentar algo que acredito ainda não tenha sido dito e mais do ponto de vista jornalístico do que publicitário penso que devemos sempre nos colocar no lugar de quem vai ler o que está sendo colocado na midia social. Porque o “meu potencial cliente” se interessaria por aquilo.
    Talvez dentro desse raciocínio aumentaríamos as métricas
    grata

    Responder

    1. Olá Vera! Obrigado pelo seu comentário.
      No planejamento de qualquer ação, o primeiro passo é esse mesmo que você citou! A pergunta essencial é “o que meu usuário/cliente precisa de fato saber” e depois, um cruzamento com a pergunta “como ele buscaria tal informação” é o que faz campanhas muito bem sucedidas no meio digital.
      Sempre consulto jornalistas sobre minhas campanhas também, pois eles SEMPRE conseguem se conectar de forma especial com o público-alvo. Nós do Marketing estamos sempre olhando para os números e podemos cair no erro de esquecer que o alvo disso tudo é uma pessoa, querendo se informar sobre algum assunto.
      Um grande abraço.

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  7. Oi, Diego

    A lista é boa, mas tem alguns pontos questionáveis, como o item 29, por exemplo. Tanto é que o próprio Facebook está implantando o “Gifts”, por enquanto disponível apenas nos EUA.

    Abraços,

    Rafael

    Responder

    1. Olá Rafael. No caso dos Gifts, a pessoa está se relacionando/comprando, eu concordo com você.
      Mas isso será habilitado nos perfis pessoais, de pessoa para pessoa, certo? O que na minha opinião, serve para fortalecer relacionamento também.
      Obrigado pela visita.
      Grande abraço!

      Responder

  8. Ei Diego de grande ajuda esse post, sou fotógrafa, tenho um projeto e uso totalmente o face para trabalhar em resumo é isso. E mais o patrocínio do Face foi essencial para que eu chegasse aqui! é a prova que funciona de algum modo!

    Responder

    1. Isso ai Rafael. É muito importante que o seu usuário possa de fato USAR o que você publica. Obrigado pela visita. Grande abraço.

      Responder

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