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Marketing de Conteúdo: Uma discussão Essencial

As palavras “conteúdo” e “marketing” demandam um debate centrado na diferença entre publicação e venda.

Por sua própria natureza, marketing é uma função da área de vendas.

E como tal, as atividades relacionadas à comunicação, em qualquer natureza – busca, email, publicidade, criação de conteúdo, social media, eventos, etc. – todas representam atividades para engajar pessoas em um processo de vendas ou aproximar as pessoas da marca, que por conseqüência trará vendas no futuro.

É natural que algumas pessoas vejam o marketing aplicado ao conteúdo de uma forma diferente, especialmente aqueles que são jornalistas. São especialistas em conteúdo, e por isso entregam conteúdo de qualidade e se preocupam com o teor informacional daquele conteúdo.

Os marketeiros mais tradicionais também não gostam da aplicação de uma tática tão simples como uma estratégia de marketing. Alguns criticam bandas por produzirem músicas que ficaram no topo das mais tocadas das rádios do mundo inteiro com apenas 3 acordes. Por isso eu também não menosprezo quem alcança sucesso na produção de conteúdo voltado para fazer marketing de algum produto, serviço, marca ou pessoa.

Conteúdo de Qualidade é Simples

Todos dizem que um grande vendedor não vende.

Os melhores vendedores simplesmente fornecem informações úteis, valores e experiências marcantes, fazendo da decisão uma opção simples e óbvia. Um bom vendedor te quer feliz, sabendo que mesmo se ele não vender, você se lembrará da experiência como algo positivo, e estará mais disposto a trabalhar com este vendedor ou empresa em uma necessidade futura.

Similarmente, conteúdo de qualidade informa e diverte sobre um determinado assunto.

Conteúdo de qualidade informa e entretém, mas também constrói valor. Ele faz o leitor se sentir educado sobre sua decisão, e entendendo o que aquela marca representa. O que deixa as pessoas por aí muito nervosas é de fato conteúdo sem pé nem cabeça.

É claro que marketing de conteúdo tenta vender de diversas formas, mas sem forçar a barra. Pessoalmente, acho que a abordagem pesada e forçada não vende.

Marketing de Conteúdo é o que hoje dá um novo nome para o que já conhecíamos como Relações Públicas (mais utilizado nas redes sociais e marketing de busca), Eventos Sociais e outros. É um papo muito antigo: vender ou não vender no meu discurso?

E vocês? O que acham?

Post original: http://geofflivingston.com/2012/12/04/content-marketing-debate/

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Comentários

  1. Olá Diego,

    Gosto do assunto “conteúdo”nos dias de hoje. Até postei no linkedin um debate sobre isso.

    O ano que vem será o ano do conteúdo e eu sou muito entusiasta a respeito de agregar valor as coisas e não vender simplesmente.

    Acredito que a venda é uma consequencia de todo um trabalho bem feito. Podemos dizer que tudo o que uma empresa faz é um conteúdo, pois uma marca vazia não acrescentará nada.

    Mas no caso do Conteúdo digital, na minha visão, ele é importante tanto comercialmente (SEO/SEM, Redes Sociais etc), quanto criando valor e utilidade para o consumidor. Acho que temos que pensar em primeiro em criar capital social para depois criar o capital econômico.

    Assim na minha visão o Marketing vem sendo mais sustentável e talvez mais humano o que é bom para todos.

    • Victor, obrigado pela sua visita e pelo comentário que acrescenta muito à discussão.
      O conteúdo de uma marca é o que dá sentido à sua existência. Uma empresa de “conteúdo” é muito mais comercial. Não faz mais sentido uma empresa viver de propagandas bonitas, cheias de efeito e espalhadas pelo mundo inteiro.
      Tenho certeza que em 2013 vamos viver isso de forma mais intensa. Já tem muita gente produzindo conteúdo, e o que diferenciará as empresas e seus conteúdos é essa análise de público e o valor agregado ao conteúdo.
      De acordo com o guru Peter Drucker, a função do marketing é tornar a venda supérflua. Isso faz todo sentido para mim também.
      Um grande abraço.

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