Search Engines


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Para fazer o melhor SEO (Search Engine Optimization) não basta conhecer quais são os fatores de rankeamento on-page e off-page. Você tem que conhecer como a internet funciona atualmente, e como os mecanismos de busca (search engines) funcionam. Gostei muito do vídeo do Matt Cutts sobre “How does Google Search work?” ou “Como a busca funciona no Google” e acho que serve para começar a falar de SEO. O vídeo está em inglês, mas abaixo do vídeo vou falar um pouco sobre o que foi dito também.

Do que é feita a internet?

A web é uma coleção de páginas e arquivos interligados através de links (ou hyperlinks). E são os hyperlinks que permitem que as pessoas e os search engines descubram conteúdo novo na web. Antes dos search engines a única forma de chegar até a informação que você queria na web era digitando o endereço de uma página no navegador web. Os arquivos que compõe a web são (dentre outros vários tipos):

  • Imagens
  • Vídeos
  • PDFs
  • Flash
  • Javascript

Esses arquivos enriquecem as páginas na internet com conteúdo rico e dinâmico. No início de tudo, esses arquivos eram muito mal indexados pelos search engines, em grande parte porque a tecnologia de indexação ainda era muito primária. Em razão do avanço da tecnologia dos mecanismos de busca e do acesso em massa à internet de alta velocidade, as páginas web se transformaram em fontes muito ricas de conteúdo devido à grande variedade de conteúdo que elas podem oferecer hoje. Como pessoa preocupada com SEO (Search Engine Optimization) para o seu site, você deve se preocupar em variar o conteúdo do seu site (inserindo vídeos, infográficos, imagens) para enriquecer o seu site e dar para seus usuários uma experiência melhor em seu website. Ao mesmo tempo, você precisa estar atento aos tipos de arquivos que causam problemas com SEO.

História e Propósito dos Search Engines

Nos últimos 20 anos a web vem participando mais do nosso dia-a-dia. Nos anos 90 por exemplo, era muito difícil um usuário criar sua própria página. Websites eram criados e mantidos por empresas de tecnologia avançada e tecnólogos entusiastas e atualizados das novidades. Nessa época não havia search engines. Os sites eram descobertos no boca-a-boca (word of mouth), ou via algumas páginas “What’s new on the web?” ou “Quais as novidades na web?” que listavam novas páginas da web. Não uma forma muito eficiente de conhecer novos sites, e essa situação (pouco dinâmica) endereçava a necessidade de uma solução para este problema.

Em 1993/4 o primeiro site dentre search engines surgiu, seguido de algumas soluções comerciais como Excite, AltaVista e Yahoo!. O número de páginas e usuários cresceu, pois descobrir conteúdo ficou mais simples e não mais feito somente através de listas de websites.

O Google apareceu em 1996 e era chamado de BackRub quando Larry Page e Sergey Brin começaram a trabalhar nele. Era o primeiro mecanismo de busca a levar em consideração o poder e o potencial dos hyperlinks como um sinal de confiança e autoridade. Eles falaram disso em um artigo universitário chamado “The Anatomy o fa Large-Scale Hypertextual Web Search Engine“, em Stanford (1997). Um pouco depois disso nasceu o Pagerank, que colocou o Google à frente dos seus competidores exatamente em virtude da relevância e qualidade dos seus resultados.

Atualmente a web é composta por bilhões de páginas e os search engines são parte importante da nossa rotina diária. Para algo mais completo, recomendo o Search Engine History, de 1945 até hoje. Os 3 Processos Básicos dos Search Engines: Crawling, Indexing e Ranking Temos que ter atenção para 3 grandes áreas quando estivermos estudando ou querendo entender melhor os search engines: Crawling, Indexing e Ranking.

  • Crawling: É o processo que os search engines usam para descobrir novo conteúdo. Em português, Crawl significa “rastejar” ou “engatinhar”. Fica meio estranho em português, entretanto o significado é esse mesmo. Olhar ou buscar cuidadosamente por conteúdo. Estamos falando de programas bem sofisticados que visitam páginas web e seguem os links nelas para encontrar novas páginas.
  • Indexing: E português é a indexação. Os search engines mantêm cópias do conteúdo de todas as páginas que eles visitaram. Este index é armazenado em diversos computadores (ou servidores) de uma forma que possam ser acessados em grande velocidade.
  • Ranking: Em português é o rankeamento. Esta é a área onde o SEO está mais relacionado. Quando um usuário busca por alguma coisa em qualquer mecanismo de busca, o mecanismo precisa de uma receita (conhecido como algorítimo) para que possa utilizar para avaliar as páginas indexadas por ele e determinar qual é o mais relevante, e também determinar em qual posição (ou rank) eles são retornados ao usuário.

Apesar de não recomendar conteúdo do próprio Google, alguns vídeos são bem interessantes e explicativos. Abaixo explicação do Matt Cutts sobre como funcionam os search engines.

O que aconteceu nos search engines nos últimos anos?

Por muitos anos os search engines determinaram a relevância de suas páginas de uma determinada busca baseando-se somente no conteúdo dessas páginas e em como outras páginas se referiam a elas. Sendo assim, toda a lógica de rankeamento acontecia dentro do search engine e na própria web.

As pessoas que buscavam por uma palavra específica em qualquer lugar do mundo recebiam os mesmos resultados.

Entretanto, nos últimos anos, algumas mudanças aconteceram em áreas muito importantes:

  • Social Networking: Sites como o Facebook e o Twitter provém aos mecanismos de busca pistas importantes sobre quais páginas as pessoas estão comentando ou compartilhando entre elas. Isso significa que essas pistas, ou sinais, fornecem informação adicional aos mecanismos de busca, permitindo que eles mudem a receita para determinar o ranking de um site.
  • Busca Personalizada: Como no item acima, os mecanismos de busca podem agora utilizar os dados de uma Rede Social, e seu histórico de buscas anteriores, para determinar o que é mais importante para eles pessoalmente. Isso significa que agora diferentes usuários buscando a mesma coisa podem chegar em resultados diferentes, mais personalizados para eles.

Dados dos usuários e inteligência artificial tem sido utilizados pelo Google para prever algumas queries de busca.

  • Google Suggest: lançado em agosto de 2008, Google Suggest utiliza algoritimos e inteligência artificial para prever o que você pode estar buscando no Google. Quando começa a digitar a query (ou a busca), o Google sugere palavras-chave para você, e isso permite que você melhore e colha idéias do campo de busca.
  • Google Instant: Lançado em Setembro de 2010, significativamente mudou a maneira como as pessoas buscam criando resultados dinâmicos enquanto as palavras-chave ainda estão sendo digitadas. Os resultados se atualizam ao vivo sem que seja necessário que o usuário pressione enter.