Estratégia · Marcas · Comportamento
Reflexões sobre estratégia de marcas, comportamento do consumidor e psicologia aplicada ao marketing. Rigor científico para a prática.
Artigos densos construídos com dezenas de fontes: Ehrenberg-Bass Institute, IPA Databank, Kahneman, Ariely, Sharp. Estudar antes de atuar.
Laibson, Nielsen, Kantar e Binet & Field ajudam a explicar por que o marketing corre para resposta imediata e cobra a conta em share, memória e margem futura.
Ler estudoNPS virou atalho de board, mas a literatura mostra outra coisa: recomendação mede a base atual, enquanto crescimento depende de penetração e disponibilidade.
Ler estudoAwareness alto mede fama ampla. Mental market share mede presença nas situações que puxam compra, usando CEPs para mostrar onde a marca realmente entra na cabeça do comprador.
Ler estudoCorsten, Gruen, Nielsen e McKinsey mostram como a ruptura transfere demanda para o concorrente, destrói eficiência de mídia e enfraquece o hábito de compra.
Ler estudoIPA e System1 analisaram 4.164 anúncios de 56 marcas ao longo de cinco anos. As mais consistentes geraram mais efeitos de marca, mais efeitos de negócio e mais eficiência de mídia.
Ler estudoThaler e Kahneman mostraram que pessoas valorizam o que possuem 2,6 vezes mais do que pagariam para adquirir. O que isso muda na estratégia de marca e retenção de clientes.
Ler estudoSua marca pode ser memorável e bem posicionada. Mas se não estiver disponível onde e quando o consumidor decide comprar, a publicidade cai em terreno estéril. Byron Sharp demonstrou por que distribuição é metade da equação do crescimento.
Ler estudoSegmentar parece inteligente. Os dados do Ehrenberg-Bass Institute, IJRM 2024 e IPA mostram que marcas que ampliam alcance crescem mais do que as que afunilam targeting.
Ler estudoCinquenta anos de pesquisa mostram que propaganda funciona por memória e emoção, não por argumentos racionais. Ehrenberg, Sharp, Heath e Binet & Field demoliram o modelo de persuasão.
Ler estudo208 estudos confirmam: pessoas preferem o que reconhecem. O cérebro confunde familiaridade com aprovação, e isso muda como marcas devem investir em alcance.
Ler estudoO Pareto 80/20 falha em marketing. Dados do Ehrenberg-Bass Institute mostram que light buyers respondem por até 50% das vendas e 65% do crescimento.
Ler estudoCategory Entry Points explicam por que certas marcas surgem na mente do consumidor em situações de compra. A ciência de Romaniuk e Sharp, com dados de 100+ marcas.
Ler estudoDados de 575 observações em 5 países e 1.482 cases do IPA provam: likes e shares não predizem vendas nem lealdade. O que realmente constrói marca segundo a ciência.
Ler estudoPromoções geram vendas imediatas e destroem valor no longo prazo. Sharp, Thaler, Kahneman e Binet explicam o mecanismo. P&G prova a alternativa.
Ler estudoKahneman, Tversky e a assimetria psicológica que governa precificação, inovação e comunicação de marca. Cases de JCPenney, Coca-Cola e Netflix.
Ler estudoPesquisa da Ipsos com 26.000 consumidores mostra que apenas 15% dos ativos de marca são realmente distintivos. Cases de Tropicana, Jaguar e KitKat.
Ler estudoA Lei da Dupla Penalização, dados de 50 categorias e a evidência que o seu programa de fidelidade prefere ignorar.
Ler estudoO modelo AIDA tem 128 anos. A ciência o desmentiu há 25. Vakratsas, Ambler, Sharp e Ehrenberg mostram por que o funil nunca funcionou como prometido.
Ler estudoShare of Search, disponibilidade mental, ESOV e Brand Lift: quatro camadas de indicadores antecedentes que revelam se construção de marca funciona em semanas.
Ler estudoLewis e Rao provaram que medir publicidade exige 10 milhões de person-weeks. A maioria roda testes com amostras mil vezes menores. Ghost Ads, geo-experiments e MMM oferecem caminhos reais.
Ler estudoDados do ROI Genome mostram que último clique superestima search em 10x. Para cada $25 milhões otimizados sob essa lógica, a marca perde $50 milhões. A métrica mais popular do marketing digital é a mais destrutiva.
Ler estudoLewis e Rao precisaram de 3,3 milhões de observações para medir o retorno de uma campanha digital. Google e Meta abriram o código dos modelos econométricos. A maioria dos orçamentos está otimizada para a métrica errada.
Ler estudoO experimento MusicLab mostrou que visibilidade de downloads transforma músicas medíocres em hits. Muchnik provou que um único voto positivo aumenta a avaliação final em 25%. Sharp confirma em escala de mercado: popularidade gera mais popularidade.
Ler estudoMeta-análises com 99 estudos mostram que o efeito do excesso de opções é quase zero na média. Schwartz acertou sobre maximizadores, exagerou ao generalizar. Quatro condições específicas determinam quando a paralisia acontece.
Ler estudoCarne "75% magra" recebe notas superiores à carne "25% gordura". Tversky, Kahneman, Levin e Ariely mostram que a moldura da informação determina o valor percebido de produtos, preços e marcas.
Ler estudoMadrian e Shea mostraram que mudar o default de opt-in para opt-out elevou participação de 49% para 86%. A ciência da inércia explica como marcas se tornam a escolha que ninguém questiona.
Ler estudoGoogle paga US$ 20 bilhões para ser o default no Safari. Thaler, Sunstein e Kahneman demonstram que o contexto de decisão pesa mais do que a qualidade do produto.
Ler estudo75% das impressões viewable não recebem atenção humana. Dados de Nelson-Field, Lumen e Dentsu mostram por que attention seconds substituem impressões como moeda de mídia.
Ler estudo80% da audiência está presente no segundo 1. No segundo 2, metade desapareceu. Dados de Nelson-Field, VCCP e Amplified revelam o que acontece nessa janela e por que 1,5 segundo é suficiente para codificar memória.
Ler estudoA ciência mostra que publicidade processada em baixa atenção pode ser mais eficaz para construir marcas. Dados de Nelson-Field, Heath e Ehrenberg-Bass explicam por quê.
Ler estudoDados de eye-tracking mostram que 75% das impressões viewable recebem zero atenção real. O gap entre o que a mídia compra e o que o público vê está destruindo orçamentos e alimentando concorrentes.
Ler estudoEm 2004, neurocientistas colocaram voluntários em fMRI e pediram que bebessem Coca-Cola e Pepsi. Em teste cego, preferiam Pepsi. Sabendo que era Coca-Cola, preferiam Coca-Cola. O efeito de mera exposição, documentado em 208 estudos, explica como familiaridade gera preferência.
Ler estudoJacqui Banaszynski, vencedora do Pulitzer, disse em Bucareste o que o marketing de performance não sabe provar: "Não existem métricas que meçam o impacto no coração humano." O IPA Databank, com 1.400 casos em 40 anos, mostra o preço de cortar o que não aparece no painel.
Ler estudoA P&G cortou US$200 milhões em targeting digital e o alcance subiu 10%. Ehrenberg-Bass provou em 50 categorias: perfis de compradores de marcas rivais são iguais. Segmentar mais é crescer menos.
Ler estudoKantar BrandZ comprovou com 12.000 marcas: marcas fortes cobram até o dobro. Binet e Field mostraram que promoção destrói o que campanha constrói. Pricing power é a métrica que conecta branding a lucro.
Ler estudoKahneman e Tversky descobriram em 1974 que o primeiro número que você vê distorce todas as decisões seguintes. A JCPenney perdeu US$ 4,3 bilhões por ignorar isso.
Ler estudoPenetração e lealdade caminham juntas. McPhee descobriu em 1963, Ehrenberg confirmou em 1969, Sharp replicou em 50+ categorias. Lealdade é consequência do tamanho da base.
Ler estudoJones e Sasser mostraram na HBR que até 85% dos clientes satisfeitos trocam de marca. Oliver, Sharp e o Ehrenberg-Bass confirmam: satisfação e lealdade são coisas diferentes.
Ler estudoO Hootsuite batizou. O mecanismo é real. Como sistemas de recomendação por interesse transformam o feed em motor de recorrência e o que isso muda para marcas em 2026.
Ler estudoA P&G cortou de 225 para 65 marcas. A Unilever descobriu que 400 de suas 1.600 geravam 90% da receita. Aaker, Binet & Field e o que os dados dizem sobre onde o crescimento realmente vem.
Ler estudoO Ehrenberg-Bass Institute testou 32 marcas com propósito em três países. Apenas 18% dos consumidores conheciam esse propósito, incluindo os que chutaram. Byron Sharp, Ritson e os dados contra o maior mantra do marketing moderno.
Ler estudoCada 10 pontos de ESOV positivo valem 0,6% de market share ao ano. Binet & Field, Jones e os dados de 2.000 campanhas que o mercado prefere ignorar.
Ler estudoEm um estudo com 5.000 ativos de marca (JKR e Ipsos), apenas 15% eram verdadeiramente distintivos. Romaniuk e Sharp separam dois conceitos que o mercado confunde há décadas, e por que essa distinção vale mais do que qualquer reposicionamento.
Ler estudoKahneman documentou que 95% das decisões de compra são tomadas pelo Sistema 1, automático e emocional. O estudo de fMRI de Read Montague com o Pepsi Challenge prova: a marca ativa um sistema cerebral diferente do que qualquer brief supõe.
Ler estudoA origem da regra dos 7 touchpoints é Hollywood nos anos 1930, sem um estudo sequer. Jones, Sharp e Kahneman mostram o que a ciência realmente diz sobre frequência e por que o número certo não é 7.
Ler estudoComo a disponibilidade física constrói market share de formas que nenhuma campanha consegue. Byron Sharp, Coca-Cola, Red Bull e o componente mais ignorado da estratégia de marca.
Ler estudoA pesquisa de John Philip Jones com 2.000 domicílios mostrou que uma única exposição nos 7 dias antes da compra supera dez exposições no mês anterior. O mito da frequência eficaz desfeito com dados.
Ler estudoConsumidores que montam seus próprios móveis pagam 63% a mais pelo produto. O paper de Norton, Mochon e Ariely explica o mecanismo e suas implicações diretas para branding e estratégia de produto.
Ler estudoRies e Trout disseram: ocupe uma palavra na mente. O Ehrenberg-Bass Institute prova o contrário — quanto mais Category Entry Points sua marca habita, mais ela cresce.
Ler estudoA ciência destrói o mito da fidelidade: 80% da receita vem de compradores ocasionais. Byron Sharp, Ehrenberg-Bass e por que crescimento vem de penetração, não de loyalty.
Ler estudoO maior erro do planejamento estratégico se resume a ter uma estratégia certa que responde à pergunta errada. Kahneman, New Coke e o framework para reformular problemas de marca.
Ler estudoIA automatiza 60-70% das tarefas cognitivas. Mas 95% das decisões de compra são subconscientes. O que isso muda para o estrategista?
Ler estudoA ciência do price premium: por que Apple cobra 4x mais que concorrentes e consumidores fazem fila para pagar. Aaker, Keller, Byron Sharp e neurociência aplicados.
Ler estudoMenos opções vendem mais. O estudo da geleia de Iyengar e Lepper provou: 24 vs 6 sabores, conversão 10x maior. Iyengar, Kahneman, Apple e P&G.
Ler estudo94% das marcas investem na proporção errada. A regra 60:40 de Binet & Field mostra a proporção ideal entre brand building e performance advertising.
Ler estudoDCO combina criação publicitária com engenharia de dados — gerando milhares de variações criativas em tempo real. Como marcas líderes usam machine learning para personalizar criativo em escala.
Ler estudoO Prisma aparece em 90% das apresentações de branding, mas poucos sabem operacionalizá-lo. Guia prático com as 6 facetas, erros fatais e checklist de aplicação.
Ler estudo61% dos lançamentos falham por falta de compreensão do consumidor. Mas não falta dado — falta entender onde procurar. Insights verdadeiros vêm de tensões culturais não resolvidas.
Ler estudoA ciência por trás do paradoxo das ferramentas de produtividade: por que adicionar mais software pode roubar seu tempo ao invés de economizar. Análise comportamental e framework prático.
Ler estudoMarcas pequenas sofrem duplamente — menos compradores e compradores menos leais. A lei empírica de Ehrenberg que revela por que crescimento vem de penetração, não de fidelidade.
Ler estudoKahneman e Ariely explicam por que posicionamento genérico destrói conversão. Entenda a psicologia por trás do "fazemos tudo" e como corrigi-la com dados.
Ler estudoApenas 15% dos ativos de marca são verdadeiramente distintivos. Como Nubank transformou roxo em R$ 51 bilhões. Guia baseado em Byron Sharp e Jenni Romaniuk.
Ler estudoMarcas com 80% de awareness vendem menos que marcas com 60% — mas que estão presentes em mais situações de compra. Byron Sharp e Jenni Romaniuk explicam os gatilhos mentais que fazem sua marca aparecer quando importa.
Ler estudoPare de se perder em táticas. Fundação, Visibilidade, Credibilidade, Conversão — a hierarquia que organiza marketing digital e elimina paralisia.
Ler frameworkSe sua estratégia muda a cada trimestre porque o LinkedIn mudou, você não está planejando — está reagindo. Fundamentos não mudam. Modismos mudam a cada temporada.
Framework estratégico para construir estabilidade de marca em startups early-stage que precisam pivotar sem diluir identidade. Baseado em Kapferer e Ehrenberg-Bass.
Ler estudoZygmunt Bauman, Ronald Inglehart e a geração de transição. Millennials e Gen Z com valores pós-materialistas julgados por métricas materialistas. Layout especial horizontal scroll.
Ler estudo42% das startups falham porque não entendem o consumidor. A diferença entre market research (O QUÊ) e consumer insight (POR QUÊ). Metodologia em 4 passos.
Ler estudoFramework completo para convencer liderança cética sobre brand marketing: da linguagem certa às métricas que importam. Binet & Field, Byron Sharp, 5 componentes acionáveis.
Ler estudoNubank, Mailchimp, Havaianas. Como construir império através de distintividade, não diferenciação funcional. Jenni Romaniuk + Byron Sharp aplicados.
Ler estudoMark Ritson decreta: "Strategic media planning será eliminado até 2030". O planner generalista morreu, mas o pensamento estratégico nunca foi tão valorizado.
Ler estudoPor que marcas crescem quando são lembradas, não quando são amadas. Byron Sharp, Ehrenberg-Bass e a ciência de Category Entry Points: +34% reconhecimento, +62% ROI.
Ler estudoPor que Tropicana perdeu $100 milhões jogando fora a laranja com canudinho. A ciência do Ehrenberg-Bass sobre distintividade, reconhecimento e como crescer sem diferenciação.
Ler estudoO framework aparece em 90% dos decks de branding. Mas a maioria para no slide bonito. Como transformar as 6 facetas em decisões operacionais que guiam a marca.
Ler estudo95% das decisões são emocionais. Campanhas emocionais são 2x mais lucrativas. A regra 60:40. Mental Availability, Sistema 1 e a ciência que o marketing ignora.
Ler estudo89% dos anúncios premiados seguem apenas 6 padrões. A pesquisa de Goldenberg provou: criatividade tem estrutura. Templates são 11x mais eficientes segundo o IPA.
Ler estudoInsight virou a palavra mais inflacionada do marketing. A diferença entre dado, observação e insight real, e como gerar insights que movem estratégias.
Ler estudoSe você perguntar a 10 planners o que eles fazem, vai receber 12 respostas diferentes. Uma profissão de 57 anos que ainda não consegue se definir.
Ler estudo78% do que chamamos de insight é observação. A diferença entre dado, observação e insight verdadeiro, com casos clássicos: Got Milk?, Dove, Nike.
Ler estudoApenas 15% dos ativos de marca são verdadeiramente distintivos. Como medir com o Fame & Uniqueness Grid, e por que Tropicana perdeu US$ 30 milhões ao ignorar isso.
Ler estudoApenas 18% dos consumidores conhecem o propósito das marcas mais famosas. Evidências do Ehrenberg-Bass e IPA mostram quando propósito funciona e quando é desperdício.
Ler estudo73% dos brasileiros compraram algo descoberto no Instagram, mas a taxa de conversão direta é 1,08%. O valor está na construção de disponibilidade mental.
Ler estudo88% das empresas já usam IA, mas só 6% geram valor real. A Meta quer automatizar toda a publicidade até 2026. O que isso muda pro planner?
Ler estudoO que Byron Sharp e o Ehrenberg-Bass Institute nos ensinam sobre como marcas crescem de verdade. Disponibilidade mental e física.
Ler estudoO que pensadores como Sun Tzu, Clausewitz e Porter nos ensinam sobre pensamento estratégico aplicado a marcas.
Ler estudoA intersecção entre dados e criatividade. Análises, visualizações e insights que transformam números em narrativas estratégicas.
1.400 casos do IPA Databank. Brand building gera 2x mais lucro que ativação. A regra 60:40 e o que o mercado ignora.
Cannes Lions está premiando um novo paradigma: dados não são complemento da criatividade, são fonte de inspiração. Framework de 5 componentes e cases do Brasil e internacional. PT/EN toggle.
Ler estudoMeta lançou "creative-based personalization" em 2023, mudando o jogo: em vez de segmentar audiências, agora segmentam criativos. Como DCO evoluiu de templates para sistemas de IA generativa. Framework completo de 5 componentes.
Ler estudoMeta Andromeda inverteu o jogo: criativo agora determina quem vê o anúncio. Framework de 5 componentes, DCO em escala, cases com 270% de aumento. PT/EN toggle.
Ler estudoComo dados em tempo real no ponto de venda estão transformando experiência e estratégia. Amazon Just Walk Out, Walmart InHome, IKEA Kreativ. PT/EN toggle.
Ler estudoComo Meta inverteu a lógica do Dynamic Creative Optimization em 2024. Framework CARE para aplicar creative-based personalization na prática. A inversão que devolve protagonismo ao criativo.
Ler estudoOs insights mais poderosos vêm do que falta nos dados. Abraham Wald, viés de sobrevivência e a matemática que salva vidas — e campanhas. Como enxergar o que os outros não veem.
Ler estudoReflexões curtas e incômodas. Clique para ver como stories.
Marcas Que Mudam Demais Morrem Invisíveis
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Sua marca é diferente. E daí?
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Seu brandbook está matando sua marca
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